Quando a segunda-feira vira o pior dia da semana

Chega o domingo à noite e já começa uma agonia? Na segunda, fica difícil levantar da cama ao pensar que é necessário ir ao trabalho? Talvez seja a hora de repensar ao que você tem dedicado seu tempo e sua energia, pois a síndrome da segunda-feira é um dos indicativos que as coisas não vão lá muito bem.

Conheço gente que todas as vezes que ia abrir o e-mail de trabalho, tinha uma dor de barriga. Ela tinha medo dos emails de seu chefe e, se já era difícil encarar o virtual, chegar na agência e ter que conversar com ele era pior ainda. Os valores que aquela pessoa aplicava no dia a dia de trabalho e na dinâmica entre a equipe eram muito contrários ao que a funcionária acreditava. 

Outro problema se relaciona com o tempo dentro de um escritório, que leva muitas pessoas a terem uma sensação de estarem jogando a vida fora. Com a jornada de oito horas, que em vários casos se estende pra dez ou até catorze horas, instaura-se uma dinâmica obrigatória, entre trabalho e casa/casa e trabalho, que não é passível de desvio. 

A partir desses dois incômodos, o fim de semana fica intenso, como se fosse o único tempo do mundo para ser aproveitado. Isso quando ele existe enquanto momento de lazer ou quando não é usado integralmente para restaurar o sono. Em ambos os casos, fica difícil de desapegar desse período que acaba se tornando potencializadamente especial. 

Quando isso acontece, aconselho uma atenção à situação e que seja revisitado o propósito naquilo que está sendo feito. Ainda faz sentido continuar?

promovo o workshop Reset, sobre os primeiros sinais de insatisfação no trabalho e como iniciar uma mudança. Talvez seja uma oportunidade para entender melhor o seu próprio processo.

Se você gostou do texto, clique no ❤ aí embaixo. Fazendo isso, você ajuda essa história a ser encontrada por mais pessoas.